O individualismo moderno e a questão do pertencimento social : duas faces de uma mesma história

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O individualismo moderno e a questão do pertencimento social : duas faces de uma mesma história

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Title: O individualismo moderno e a questão do pertencimento social : duas faces de uma mesma história
Author: Pereira, Denise Saldanha
Abstract: O presente trabalho monográfico refere-se à problemática do individualismo moderno e a questão do pertencimento social do indivíduo na sociedade ocidental. O homem moderno é aquele que é considerado a origem, a fonte de tudo. Imaginar “outros” intervindo na construção da individualidade parece um contra-senso que vai na contra-mão de toda a concepção de homem moderno. Pois, pensa-se, intui-se e até deseja-se que as atitudes, as escolhas e a forma de existência moderna seja um processo que independe dos demais seres humanos. Mas, trabalhando-se a problemática do indivíduo moderno constata-se que, desde o nascimento, o homem é em sua essência um ser social devido a sua fragilidade e imaturidade orgânica e psíquica não podendo viver só. Pois, tanto não pode dar conta de suas necessidades vitais como fome e sede quanto de nomear-se e dizer quem é, precisando de um outro para praticamente tudo durante um bom tempo. A questão está em que, na atualidade, o individualismo tomou proporções extremas em que o indivíduo valoriza muito o culto à estética, à felicidade e ao autocentramento ocorrendo uma fragmentação da subjetividade que leva o homem a sentir-se inteiramente só e muito desamparado. As relações de alteridade, onde cada um aceita e respeita a diferença inerente a todo ser humano, é um dos atributos necessários as relações intersubjetivas para que todos possam preservar sua individualidade e identidade. Assim, o bebê humano nasce dentro de uma rede de relações a qual pertence e, esta rede de relações, é o que lhe dá o suporte necessário para suprir o seu desequilíbrio e desamparo originários. E é a partir de sua primeira rede de pertencimento, sua família, que o filhote humano vai ter condições de constituir-se subjetivamente e posteriormente transpor para o social as marcas dos laços libidinais oriundos do núcleo familiar.
Description: 50 f.
URI: http://hdl.handle.net/123456789/617
Date: 2012-03-20

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