Governança cooperativa e estratégias de intercooperação na região Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul
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Resumo
A presente pesquisa busa ompreender as organizações ooperativas na região
Noroeste do Estado no Rio Grande do Sul, em seus aspetos histórios, suas
ontribuições soioeonômias, seus desafios e as oportunidades no proesso de
onstrução das prátias de governança e as estratégias de interooperação. O movimento
ooperativista na Região Noroeste fortaleeu a formação soial, eonômia e história,
implementou araterístias étnias e ulturais, formando um ambiente propíio para o
surgimento e manutenção de um elevado número de entidades e organizações
ooperativistas/assoiativistas e omunitárias. Entretanto, em um mundo ada vez mais
globalizado, o movimento ooperativo se vê diante de novos desafios, o que india a
neessidade de pesquisas, espeialmente, de omo a governança ooperativa pode
ontribuir no proesso de interooperação na região Noroeste do Estado do Rio Grande
do Sul. Para responder aos desafios, a investigação onta om os olhares ontológios,
epistemológios e metodológios da Hermenêutia de Profundidade, de uma pesquisa
apliada, om entrevistas semiestruturas. Ao interpretar os resultados da pesquisa,
enontra-se elementos ontundentes que permitem afirmar que a ooperação teve papel
entral no desenvolvimento regional, ao ontar om diferentes ramos do
ooperativismo, que diferenia o Noroeste do Rio Grande do Sul de outras regiões do
estado e do País. Uma região om densidade populaional, que pode ser entendida omo
um fator importante para a formação e manutenção da ooperação. Um proesso ultural
que se produziu na região, favorável para o surgimento e o fortaleimento de
experiênias ooperativistas, amadureidas, experieniadas e enraizadas, ofereendo as
ondições para ampliar e onsolidar a interooperação. Ao analisar as prátias de
governança e a interooperação na perspetiva das lideranças ooperativistas, onstatase
que existem várias experiênias de interooperação em urso, em diferentes estágios
de organização, que apresentam diferentes perepções e que ainda neessitam
onquistar maiores graus de amadureimento, desafiando o proesso de governança da
interooperação. A pesquisa ainda onstata que não há um grau de governança
semelhante entre as experiênias em implantação, o que gera olhares em diversas
dimensões, de omo estabeleer um Planejamento Estratégio para o onjunto das
ooperativas presentes na região. Aponta também avanços que residem na
interooperação vertial unissetorial, porém, apresenta desafios onsideráveis para
onsolidar a governança na interooperação multissetorial horizontal para onstruir o
desenvolvimento sustentável da região.
Descrição
145 f.