Estudo de caso: efeitos do exercício físico na doença de Alzheimer

dc.contributor.authorSandri, Fernando Rafael
dc.date.accessioned2018-06-20T21:44:50Z
dc.date.available2017
dc.date.available2018-06-20T21:44:50Z
dc.date.issued2018-06-20
dc.description48 f.pt_BR
dc.description.abstractA doença de Alzheimer e o envelhecimento estão associados diretamente pelo fato da doença estar ligada a idade e por isso a idade é o principal fator de risco para o surgimento da doença. Independentemente de existir um aumento para que as pessoas se conscientizem na forma mais saudável do envelhecimento, a prevalência de ocorrências de doenças crônicas e degenerativas continua crescendo, destacando-se a Doença de Alzheimer (DA) a mais frequente. A presente pesquisa busca investigar através de um programa de exercícios físicos os benefícios para um idoso de 85 anos de idade com a doença de Alzheimer, buscando por meio de uma intervenção prática de três meses avaliar as mudanças nas alterações neurofisiológicas e comportamentais, se os exercícios são aliados ao tratamento não farmacológico da doença e a visão da cuidadora sobre o nível de atividades diárias desenvolvidas pelo paciente com a DA. É uma pesquisa fundamentada por autores como Burlá et al. (2014), Deslandes (2009), Franca et al. (2011), Hernández et al. (2010), Martelli (2013), entre outros, que estudam a importância do exercício físico como uma abordagem não farmacológica muito importante nas funções cognitivas, melhora na qualidade de vida, na capacidade funcional e a independência nas atividades de vida diária do idoso acometido pela DA. Destaca-se este trabalho, baseado em seus objetivos de estudo como uma pesquisa exploratória descritiva relacionada a um estudo de caso e tem seu aporte na modalidade de pesquisa quali-quantitativa devido à natureza do objeto em estudo. Através da intervenção do programa de exercícios físicos, obtivemos resultados benéficos com a manutenção das funções globais cognitivas e evolução na aptidão física em relação aos níveis anteriores, como na força muscular, resistência aeróbica, agilidade e equilíbrio dinâmico referente aos gráficos analisados. Dessa forma, o exercício físico pode ser sim um aliado no tratamento não farmacológico dessa doença, auxiliando na proteção dos declínios cognitivos e na manutenção das capacidades funcionais.pt_BR
dc.identifier.urihttps://bibliodigital.unijui.edu.br/items/0ddbbabd-ee8c-4055-a716-7b07c3e1dd54
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectCiências da saúdept_BR
dc.subjectEducação Físicapt_BR
dc.subjectDoença de Alzheimerpt_BR
dc.subjectEnvelhecimentopt_BR
dc.subjectExercício Físicopt_BR
dc.titleEstudo de caso: efeitos do exercício físico na doença de Alzheimerpt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
mtd2-br.advisor.instituationUniversidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sulpt_BR
mtd2-br.advisor.nameStefanello, Stela Maris Stefanello

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