Sistemas de cultivo com soja semeada em época não preferencial na região noroeste do estado do Rio Grande do Sul
dc.contributor.author | Ullrich, Jardel Mateus | |
dc.date.accessioned | 2019-12-13T00:31:56Z | |
dc.date.available | 2019 | |
dc.date.available | 2019-12-13T00:31:56Z | |
dc.date.issued | 2019-12-12 | |
dc.description | 37 f. | pt_BR |
dc.description.abstract | A soja (Glycine max L.) é de grande importância em escala de estado, Brasil e mundo. A produtividade na safra 2017/2018, de acordo com a CONAB, em 2018 no Rio Grande do Sul, foi aumentada para 3.013 kg ha-1 de grãos produzidos. Diante disso, o presente trabalho tem como objetivo avaliar o desempenho da cultura da soja semeada em época não preferencial sobre diferentes culturas antecedentes de verão e culturas de inverno, para conhecer qual a viabilidade técnica da soja safrinha, e também verificar qual o sistema de cultivo é mais viável para implantação de soja semeada em época não preferencial, na região noroeste do estado do Rio Grande do Sul. O estudo foi conduzido no Laboratório de Ensino do Curso de Agronomia no Instituto Regional de Desenvolvimento Rural (IRDeR) pertencente ao Departamento de Estudos Agrários da UNIJUI. Foi avaliada a soja semeada em época não preferencial em diferentes sucessões de culturas de inverno e verão. Para o primeiro estudo foi utilizado um delineamento blocos casualizados com quatro repetições, sendo um único fator de tratamento, as culturas de inverno (trigo, centeio, mix e pousio). No segundo estudo foi utilizado um delineamento de blocos ao acaso, organizado em esquema fatorial, sendo 3 manejos de verão (girassol, milho silagem e milho grão) x 4 manejos de inverno (trigo, centeio, mix e pousio), dispostos em quatro repetições. Para interpretação dos dados foi dividido em dois estudos, pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade, no primeiro estudo, a época de semeadura, apesar de não ser um fator de tratamento, mostrou-se determinante nos resultados obtidos, promovendo menores rendimentos nas semeaduras realizadas sobre a sucessão de milho, as últimas que foram realizadas. Para o segundo estudo, a soja é menos influenciada para as culturas de verão é o centeio para milho destinado para grãos, e para o milho destinado para silagem o pousio, trigo e mix. E para as culturas de inverno, são centeio, trigo e mix. A cultura da soja semeada em época não preferencial, é respondida pelas culturas antecessoras de verão, a qual as de inverno não apresentam diferença estatisticamente, de modo que as culturas antecessoras de verão se beneficiaram das condições, sejam químicas, físicas e biológicas do solo criadas pelos distintos sistemas de cultivo e pelos manejos realizados, nesses últimos três anos. | pt_BR |
dc.identifier.uri | https://bibliodigital.unijui.edu.br/items/502422da-aacb-4a65-9b88-4ab90d9f75b5 | |
dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
dc.subject | Ciências agrárias | pt_BR |
dc.subject | Agronomia | pt_BR |
dc.subject | Glycine max L. | pt_BR |
dc.subject | Culturas antecessoras de inverno | pt_BR |
dc.subject | Culturas antecessoras de verão | pt_BR |
dc.title | Sistemas de cultivo com soja semeada em época não preferencial na região noroeste do estado do Rio Grande do Sul | pt_BR |
dc.type | Monografia | pt_BR |
mtd2-br.advisor.instituation | Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul | pt_BR |
mtd2-br.advisor.name | Uhde, Leonir Terezinha |
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