Produtividade de milho (Zea mays) e feijão miúdo (Vigna unguiculata) em cultivo consorciado
dc.contributor.author | Sauter, Anelise Cristina | |
dc.date.accessioned | 2012-03-17T01:11:47Z | |
dc.date.available | 2010 | |
dc.date.available | 2012-03-17T01:11:47Z | |
dc.date.issued | 2012-03-16 | |
dc.description | 54 f. | pt_BR |
dc.description.abstract | A bovinocultura de leite na região Noroeste do Rio Grande do Sul é alternativa para geração de renda nas propriedades gaúchas. A alimentação do rebanho é comumente realizada com pastagens, porém, existem períodos de entressafra forrageira, quando o armazenamento de alimento na forma de silagem surge como opção. A silagem mais utilizada ainda é a de milho, sendo uma opção que muitas vezes pode comprometer a qualidade do solo. Como é de conhecimento geral, a ensilagem do milho retira todo o material verde produzido pela cultura, deixando o solo sem cobertura, podendo acarretar na erosão, entre outros. Espécies leguminosas são reconhecidamente melhoradoras de solos, pela capacidade de fixação biológica de nitrogênio, e as espécies tropicais são componentes importantes nos sistemas de produção integrados pelo residual de fertilidade que permitem aos cultivos de inverno. O objetivo deste trabalho foi avaliar o consórcio de milho com quatro diferentes cultivares de feijão miúdo, a fim de identificar qual dos tratamentos teria maior produção de forragem tanto para milho quanto para feijão e, maior produção de grãos de feijão. O experimento foi conduzido no Instituto Regional de Desenvolvimento Rural (IRDeR), em Augusto Pestana – RS. A semeadura do consórcio foi realizada no dia 26 de janeiro de 2010 e, a colheita do milho para ensilagem e dos feijões, em 6 de maio de 2010. Foram testadas as variedades vermelho, preto, baio e amendoim de feijão miúdo e a cultivar de milho foi Coodetec 308. Foi determinada a densidade populacional de plantas e as medições realizadas individualmente por planta. As plantas colhidas foram separadas botanicamente em folha, colmo + bainha, material morto e espiga inteira (milho) ou legume (feijão miúdo). A análise estatística não mostrou diferenças na produtividade das variedades de feijão miúdo e do milho, indicando bom potencial produtivo para todos os materiais testados. Mesmo sem diferenças estatísticas, o feijão miúdo variedade amendoim apresentou a maior produção de grãos (1153,7 kg ha-1), de massa de matéria verde (8921 kg ha-1) e de massa de 7 matéria seca (2704,3 kg ha-1). Os maiores valores de produtividade de milho foram registrados no consórcio com a variedade amendoim, com médias de produção de massa matéria verde de 25641 kg ha-1 e de massa de matéria seca de 7692,2 kg ha-1. O cultivo consorciado de milho com feijão miúdo demonstra bom potencial para a composição de sistemas de produção mais sustentáveis. | pt_BR |
dc.identifier.uri | https://bibliodigital.unijui.edu.br/items/d18b5c6a-c58b-4903-989c-f36933ecf9ed | |
dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
dc.subject | Milho | pt_BR |
dc.subject | Feijão miúdo | pt_BR |
dc.subject | Cultivo | pt_BR |
dc.subject | Silagem | pt_BR |
dc.subject | Forragem | pt_BR |
dc.subject | Produção de grãos | pt_BR |
dc.title | Produtividade de milho (Zea mays) e feijão miúdo (Vigna unguiculata) em cultivo consorciado | pt_BR |
dc.type | Monografia | pt_BR |
mtd2-br.advisor.instituation | Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul | pt_BR |
mtd2-br.advisor.name | Maixner, Adriano Rudi |
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